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GENEALOGIA Valenciana

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GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por FJMMP em 26/9/2008, 20:59

Familia "Monteiro" Hotel Valenciano

Solicito informações ou referências sobre a família "Monteiro" que foi proprietária do antigo Hotel Valenciano no largo da Estação.

Cumprimentos

Francisco de Melo Parente
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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por Jose Antonio Serra Mirand em 27/9/2008, 18:31

Do antigo hotel Valenciano só conheci o sr. Mota, sr. Reis esses talvez lhe possam dar alguma informação.
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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por FJMMP em 24/5/2009, 17:05

Caro Sr. José Miranda

Como poderei contactar esses senhores?

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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por Jose Antonio Serra Mirand em 2/6/2009, 15:27

O srº Mota tem um restaurante nas muralhas, é o restaurante Baluarte o srº Reis tinha umas lojas mas agora acho que são exploradas pelos filhos.
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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por Maria Valenca Blair em 24/10/2009, 20:58

Como eu sou Valenca, gostaria de saber qual a historia ou arvore genealogica que qualquer familia Valenca que tenha tido origem na cidade de Valenca. A minha familia e brasileira. Gostaria muito de qualquer informacao que trouxesse uma luz para o misterio dos Valencas aqui no Brasil.
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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por meirim em 24/10/2009, 23:02

Valença do Piauí é um município brasileiro do estado do Piauí.

[editar] Breve Histórico
O município de Valença, teve sua origem na aldeia dos índios Aruaques. No começo do século XVIII, por volta de 1730, alguns jesuítas chefiados pelo Pe. Malagrida, se estabeleceu nas proximidades das nascentes do Rio Tábua com o objetivo de catequizarem os gentios. No local, construíram com o auxílio dos indígenas, algumas choupanas e iniciaram a construção de um gigantesco templo de pedra, do qual há ainda indícios e originou-se a cidade vizinha de Aroazes.

Em 1740, Dom Manuel da Cruz, Bispo do Maranhão, criou na região, uma freguesia sob o orago de Nossa Senhora da Conceição, com isso formaram-se três grandes fazendas que utilizavam escravos para seus serviços, sendo a fazenda Serra Negra a mais importante.

Mais tarde, por determinação da Carta Régia de 19 de junho de 1761, foi criada uma vila em cada uma das oito freguesias da Província do Piauí. Na ocasião, o Governador do Piauí João Pereira Caldas, achou por bem instalar a Vila da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição dos Aroazes denominado Caatinguinha, nome este que foi substituído por Valença em homenagem a cidade natal daquele Governador. A vila foi instalada no dia 20 de setembro de 1762. Em toda freguesia existiam 266 casas, 52 fazendas de gado e 1329 habitantes, sendo 751 livres e 578 escravos.

Em 1833 por ocasião da execução do Código de Processo Criminal, ocorrido em todo o Brasil, provocando modificação na organização judiciária do País, Valença ficou termo da Comarca de Oeiras, sendo seu primeiro juiz o Dr. Gastão Ferreira de Gouveia Pimentel Beleza.

No ano de 1836, com a Lei Provinciana no. 52, de 5 de setembro, a sede da freguesia foi transferida para a Vila de Valença, recebendo a Paróquia a invocação de Nossa Senhora do Ó e Conceição. Valença tornou-se independente em 1866, através da Lei no. 592 de 6 de agosto. Com a Proclamação da República foi elevada a categoria de Cidade, pelo Decreto no. 03, de 30 de dezembro de 1889.

Pelo decreto Lei no. 754 de 30 de dezembro de 1943, Valença passou a denominar-se Berlengas, nome este que conservou até 1 de janeiro de 1949, quando por força da Lei no. 128 de 26 de julho de 1948 foi substituído pelo de Valença do Piauí, conservando-o até hoje.

[editar] Geografia
O município de Valença tem uma extensão territorial de 1.344,9 Km2. Situa-se na mesorregião do centro-norte piauiense e na parte central do Estado do Piauí. É município “pólo” da microrregião geográfica no. 091. Está a 308m de altitude em relação ao nível do mar (ref. Parnaíba-PI), com as seguintes coordenadas geográficas: 6º24’02” de Latitude e 41º44’55” de Longitude. À distância em relação a capital é de 210 km.

Os limites geográficos do município são: • ao Norte – com os municípios de Elesbão Veloso e Aroazes; • ao Sul - com os municípios de Inhuma, Lagoa do Sítio e São José do Pi-auí; • ao Leste - com o município de Pimenteiras; • a Oeste - com o município de Novo Oriente.

O clima é tropical semi-árido quente, com duração do período seco de 7 a 8 meses. A temperatura máxima é de 35°C e a mínima é de 26°C, com precipitações pluviométricas de 1.103mm em média anual. A vegetação predominante na região é o campo cerrado, surgindo também a caatinga arbórea e a caatinga arbustiva. Destacam-se o buritizeiro, a gameleira, o pequizeiro, o jatobá, a faveira, o murici, a aroeira e outros.

Valença apresenta os seguintes tipos de solos : latossolicos, pouco desenvol-vidos, arenosos quartzosos e concrecionários tropicais. A hidrografia apresenta as seguintes características:

Principais cursos d’água: Rio Sambito e seus afluentes, São Vicente, Tranqueira, Santa Rosa e Corrente;

Açudes: Pitombeiras e Barreiras;

Barragens: Santa Rosa, Riacho da Areia e Mesa de Pedra;

Riachos: Caatinguinha, Lagoa Seca, Ferrugem e Areia;

Lagoas: Roque, Nogueira e Barro.

O relêvo da região é parte integrante dos planaltos e chapadas da Bacia do Rio Parnaíba, constituído por superfícies aplainadas e dissecadas em interflúvios tubulares com segmentos paleomesozóicos. Os principais acidentes geográficos são: Serra das Missões, Serra do Batista, Serra da Prata e Serra do Mocambo.

Referências
↑ 1,0 1,1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de agosto de 2009.
↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
↑ 4,0 4,1 Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.



Este artigo é um esboço sobre Municípios do estado do Piauí. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Valen%C3%A7a_do_Piau%C3%AD"
Categoria: Municípios do Piauí
Categoria oculta: !Esboços sobre os municípios do Piauí

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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por meirim em 24/10/2009, 23:15

Histórico de Valença [Bahia]

Antes da chegada dos portugueses ao Brasil, o território do Município era habitado pelos índios Tupiniquins. A partir de 1534, ano em que D. João III, Rei de Portugal, dividiu o Brasil em Capitanias Hereditárias, suas terras foram incorporadas à Capitania de Ilhéus, sob a jurisdição da Vila de Nossa Senhora do Rosário de Cairu, local onde foi assentado o primeiro povoamento. Expulsos pelos índios Aimorés da parte próxima a Ilhéus, os donatários da Capitania, à frente Jorge Figueiredo Correia e seu tenente Ramiro, estabeleceram-se no arquipélago da atual Cairu, mas somente três décadas depois a paz com os índios permitiu a colonização de todo o litoral entre Guaibim e Camamu.

Dentre os primeiros moradores de Valença, cabe destaque para a figura do Sr. Sebastião Pontes, homem rico, possuidor de engenhos no Recôncavo, que realizou muitos investimentos no local, articulando-se a região com o Recôncavo e Salvador pela primeira vez, a exemplo do engenho de cana-de-açúcar construído próximo à primeira cachoeira do rio Una; do curral localizado defronte à Ilha de Tinharé e que até hoje empresta seu nome a uma das atrações turísticas de Valença – a Praia da Ponta do Curral - e de uma igreja sob a invocação de São Gens, com três capelas de abóbadas. O progresso da Região, entretanto, durou pouco tempo, devido à deportação do Sr. Sebastião Pontes para Portugal – para cumprir pena na cadeia do Limoeiro em decorrência de um litígio pessoal – o governo português mandou ao Morro de S. Paulo um navio de guerra, com pretexto de consertar avarias.

O seu comandante visitou Pontes, no Engenho de Una e, traiçoeiramente, convidou-o para uma visita ao navio, sendo preso quando almoçava e inteirado da verdade, metido a ferros e transportado para Lisboa, passando seus últimos dias na cadeia e não mais voltando ao Brasil. O motivo da prisão de Pontes teria sido a tortura de um mascate de quem o conquistador havia tirado a mulher. Por se considerar poderoso a ponto de se auto proclamar rei do Brasil, Sebastião de Pontes colecionou amigos e muitos inimigos, dentre eles o humilhado mascate que o denunciou ao rei de Portugal. Após a deportação de Pontes, cessaram os investimentos e as terras do Município se viram invadidas pelos ferozes Índios Aimorés.

Não obstante o povoamento que surgia em torno da Capela de Nossa Senhora do Amparo, e que deu origem a Valença, novos ataques dos Aimorés levaram a população a ocupar as Ilhas de Tinharé-Cairu-Boipeba e formar povoações. Do outro lado do canal, Valença acabou sendo protegida pela Coroa com permanência de soldados no local, guarnecendo a extração de madeira para construção de navios da armada real e a área desmatada foi sendo ocupada pelas atividades agrícolas, notadamente a mandioca, arroz de veneza, café, pimenta ,canela e um numeroso grupo de pequenos cultivos, já na linha das especiarias. Aos poucos, os habitantes das ilhas próximas – que viviam em constantes enfrentamentos com os índios e não conseguiam plantar – foram voltando para a área, cujo núcleo de povoação se estabelecera nas proximidades da Capela de Nossa Senhora do Amparo.

A denominação "Valença" foi atribuída, segundo reza a tradição popular, por esses novos moradores, para os quais a localidade representava a solução para os seus problemas. Uma outra versão atribui a escolha desse nome ao Conselheiro Baltazar da Silva Lisboa, que na intenção de homenagear o ministro Marquês de Valença, elevou o povoado à categoria de Vila, em 10.06.1789, dando-lhe o título de Nova Valença. Em 23.01.1799 foi criada a Vila de Nova Valença do Santíssimo Coração de Jesus, com território desmembrado de Cairu. Nesse mesmo ano, começaram as obras de construção da Igreja do Santíssimo Coração de Jesus, concluída em 1801 e transformada em matriz da freguesia.

O seu crescimento como porto-estaleiro naval e a pacificação dos índios por bandeirantes liderados pelo paulista João Amaro Maciel Parente e pelos padres capuchinhos, fez refluir a ocupação das ilhas e redirecionar a população para o continente, desenvolvendo-se, em poucos anos, uma febril atividade agrícola para exportação.

Em 1801, Valença provê de embarcações carregadas de mantimentos e gêneros da terra a passagem da Família Real pela capital da Bahia, completando mais de 200 anos de fornecimento ininterrupto de madeira e produtos agrícolas, bem como de construção de navios para Portugal.

A região viveu os episódios da Invasão Holandesa na Bahia, em 1624, e da Independência da Bahia, quando abrigou a esquadra de Lord Cochrane, que viera combater os portugueses em 1823, tendo Valença recebido o título de "A Decidida", por sua participação ao lado de Cachoeira e Santo Amaro.

Em 1844, Valença inaugura a Fábrica de Tecidos Todos os Santos (primeira fábrica a funcionar no País movida por energia hidráulica), com 300 operários, recebendo a denominação de "Cidade Industrial de Valença" através da Resolução n.º 368, quando da visita de D. Pedro II, em 1849, para inaugurar a Fábrica Nossa Senhora do Amparo (também no ramo têxtil), posteriormente Cia. Valença Industrial e hoje Valença Têxtil. Data dessa fase o funcionamento do barco "Industrial", que transportava algodão para a fábrica e no retorno levava passageiros e carga para exportação, principalmente tecidos. É também desse período a presença de holandeses na Região com fins de colonização, no distrito de Maricoabo.

Na II Guerra Mundial, submarinos alemães torpedearam, nas costas de Valença, os navios "Itajibá"e "Irará", cujos passageiros foram salvos pelo barco "Araripe" e os feridos levados para o Hospital de Sangue, funcionando improvisadamente no prédio do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem de Valença, a bela "Recreativa". Por esse gesto, Valença recebeu o nome de "A Hospitaleira".

Nessa ocasião, a Companhia Valença Industrial era o grande empreendimento do setor de tecidos, polarizando a vida econômica da Região.

As modificações na área de produção agrícola, que moldaram a atual estrutura de cultivos, foram decorrência, inicialmente, do próprio incentivo dos produtores, a partir dos anos 40/50, quando o segmento alimentício expandiu a sua área plantada, com destaque para a mandioca, reduzindo-se em muito as áreas com café, cana-de-açúcar e outras lavouras comercias.

Nos anos 50, os principais estabelecimentos bancários chegaram à Região e, na década seguinte, a diversificação dos cultivos passou a sinalizar a mudança do perfil produtivo regional, com a introdução do dendê cultivado, o aproveitamento das plantações nativas e a expansão do cravo-da-índia, seringueira e coco. Uma subsidiária da Companhia Siderúrgica Nacional, a Óleos Palma S/A, passou a financiar o plantio do dendê e instalou unidade de processamento do óleo em Valença, sendo seguida por outra empresa do ramo, nos anos 70.

O cacau, a pimenta do reino e o guaraná foram introduzidos na área, sob orientação da CEPLAC, e, mais recentemente, outros cultivos nobres têm surgido no Município de Taperoá, como mangustão, pupunha, mancadâmia, urucum e canela.

Também denominada de Sub-Região Policultura do Nordeste, dentro da região sul da Bahia, esta área, de fato, diversificou bastante a sua agricultura, a ponto de destacar-se das duas outras sub-regiões (Ilhéus/Itabuna e Porto Seguro).

Ao final dos anos 80, a distribuição interna dos cultivos e da pecuária nos Tabuleiros evidenciava a acentuação dessa tendência para os anos 90. A CEPLAC detectou uma diversificação de produtos no total da Região, porém especializando-se Cairu em coco e piaçava; Taperoá em cacau, café e dendê; Igrapiúna em cacau, cravo, borracha e dendê; Nilo Peçanha em piaçava, cacau, borracha e pimenta-do-reino; Ituberá em cacau, piaçava e borracha e Valença em cacau, cravo, dendê e mandioca.

A pecuária bovina representa mais de 60% do total do valor da produção animal e cerca de 40% em Taperoá e Nilo Peçanha, o que revela, também uma orientação para a especialização dentro da diversidade produtiva dos Tabuleiros.

Do ponto de vista político-administrativo, essas mudanças, em 40 anos, na economia local concorrem para o surgimento de novos Municípios. Além das antigas freguesias/cidades de Valença, Cairu, Taperoá, Nilo Peçanha (desmembrada da freguesia de Velha Boipeba) e Camamu, ocorrem as emancipações de Ibirapitanga (ex-distrito de Camamu), Teolândia (desmembrado de Taperoá) e Wenceslau Guimarães (Nilo Peçanha), entre 1961/62; no ano de 1985, foram criados Igrapiúna (ex-distrito de Camamu), Piraí do Norte (Ituberá) e Presidente Tancredo Neves (Valença).

A história regional, aliás, guarda uma coerência que ultrapassa os ciclos ocorrentes nas etapas da evolução econômica da Bahia, mostrando que Valença, embora permeável a influências externas e beneficiando-se delas para compor o seu alcance em termos de produção primária de comércio de mercadorias e prestação de serviços, manteve sempre a sua unidade territorial em estreita sintonia com seu processo produtivo, de tal sorte que o conceito de micro-região não se aplica apenas ao meio natural, expandindo-se para definir igualmente uma dinâmica interna da produção e dos modos e costumes locais, que são próprios da Região, expressando-se ao mesmo tempo e no mesmo espaço uma linha de inserção inter-regional de forte introversão, mantenedora de uma identidade interna no campo sócio-econômico que se confunde com fronteira física de Valença, e uma outra vertente extrovertida desde o período colonial, com vínculos amplos na contigüidade territorial do Estado, através do sistema de transporte rodoviário, e na direção da economia internacional, através dos portos de Valença, de Salvador e de Ilhéus.

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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por meirim em 24/10/2009, 23:19

Valença - Bahia - Brasil

Antes da chegada dos portugueses ao Brasil o território era habitado pelos índios tupiniquins e a partir de 1534, ano em que D.João III, rei de Portugal, dividiu o Brasil em capitanias hereditárias, suas terras foram incorporadas á Capitania de Ilhéus, sob a jurisdição da Vila de Nossa Senhora do Rosário de Cairú, local onde foi assentado o primeiro povoado. Expulsos pelos índios aimorés o donatário da capitania Jorge Figueiredo Correia e seus seguidores estabeleceram-se no arquipélago da atual Cairú, mas somente três décadas depois da paz com os índios começou a reinar harmonia e a colonização de todo litoral entre Guaibim e Camamú foi se fazendo.
Um dos primeiros moradores foi Sebastião Pontes, muito rico, proprietário de engenho de cana de açúcar, construído no local chamado Curral,defronte á ilha de Tinharé, onde está hoje a ponta da praia do Curral . A próxima construção conforme a historia ,foi a da igreja de São Gens com 3 capelas de abóbadas.Contam que Sebastião Pontes por ciúme ou por vaidade pessoal ou por questões comercias começou a se desentender com pessoas do povoado inclusive com um mascate, chegando a molesta-lo, ferrando-o a brasa, tomando a sua mulher e se intitulando vice rei do Brasil. A notícia correu célere chegando até Lisboa e a corte tomou disso conhecimento. O Governo português ciente mandou ao Morro de São Paulo um navio de guerra com pretexto de consertar avarias. O comandante do navio, traiçoeiramente, traçou um plano - atrair Sebastião ao navio para receber honrarias - e em lá chegando foi preso colocado a ferros e transportado para Lisboa, passando seus últimos dias na prisão de Limoeiro.
Após o fato os investimentos se tornaram mesquinhos e as terras sem governo ou sem interessados foram invadidas pelos aimorés.
Não obstante o povoamento que surgiu em torno da Capela de Nossa Senhora do Amparo dando origem a cidade de Valença muitas vezes sucumbiu derrotado pelos aimorés fazendo com que a população ocupasse a ilha de Tinharé, Cairú, Boipeba formando novos povoados que foram sendo responsáveis pelo colonização da região.
A população e a região viveram a história da invasão holandesa na Bahia em 1624 e da Independência da Bahia quando abrigou a esquadra de Lord Cochrane, tendo naquela época Valença recebido o título de" A Decidida"pela sua solidariedade com as causas da luta pela Independência da Bahia. Viveu também momentos extraordinários quando foram torpedeados navios brasileiros, Ararás e Itagiba nas proximidades do Morro de São Paulo, por ocasião da Segunda Guerra Mundial, tendo Valença sido o primeiro hospital de sangue do Brasil. Valença também apreciou e participou da tentativa de colonização,muito anos depois do descobrimento, pelos holandeses em 1624 , figurando durante muito tempo em Maricoabo os Negriones que por corruptela deu Negrão.

Coordenações Geográficas

13 22 08 latitude sul e 39 04 20 longitude oeste.
SITUAÇÃO ás margens do rio Uma.
LIMITES ao Norte com o recôncavo baiano : ao Sul com a região cacaueira; a Leste com o oceano atlântico e ao Oeste com o município de Jequié
RELEVO planícies, tabuleiros de Valença, serras com a do Abiá,do Frio, Dois Irmãos.
FRONTEIRAS municípios de Cairú, Jaguaripe. Lage, Mutuipe, Taperoá, Presidente Tancredo Neves e o Oceano Atlântico.

Atrações naturais

Parque ecológico do Candengo; praias do Guaibim, do Curral; Cachoeiras Água Branca ,e do Patipe; Serras do Abiá,,Grande,Dois irmãos, do Frio: Ilha do Conde.

Administração Pública

Contam que o nome Valença vem de ditos populares, pela qualidade de vida local, pelos aprazíveis pontos da natureza tão apreciados, pela segurança do local, ser a Valença de todos. Mas há quem afirme que o Conselheiro Baltazar da Silva Lisboa na intenção de homenagear o Ministro Marquês de Valença foi o responsável.
O povoado foi elevado á categoria de vila em 10 de junho de 1789, com o título de Nova Valença. Em 23 de janeiro de 1799 elevada a Vila de Nova Valença, do Santíssimo Coração de Jesus com território desmembrado de Cairú.
A construção da Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus foi iniciada em l799 e concluída em 1801.
Em 10 de novembro de l849 foi elevada a categoria de cidade passando a ser chamada - Valença
Valença é uma das cidades mais antigas do Brasil, um dos maiores centros urbanos da Bahia o mais econômico e culturalmente desenvolvido da Costa do Dendê.

Dados demográficos do ano 2.000

ÁREA DO MUNICÍPIO 1.191,1 Km
DENSIDADE DEMOGRÁFICA 65.02 habitantes por quilômetro quadrado
POPULAÇÃO urbana 55.884
Rural 21.625
Homens 38.473
Mulheres 39.036
População de 0 a 29 anos 49.017
População alfabetizada menor ou igual a 10 anos
45.694
não alfabetizada 15.175
Taxa de alfabetização 75.1 %
POPULAÇÃO por distrito
Valença 58.032
Guaibim 1.933
Guerém 4.815
Maricoabo 4.949
Serra Grande 7.780
Domicílios particulares permanentes 19.209
ABASTECIMENTO DE ÁGUA rede geral 13.017
Poço ou nascente 4.194
Outras 1.998
ESGOTO SANITÁRIO rede geral 13.575
CLIMA durante o ano máxima atinge até 35 C
mínima até 20 C
média 25.3
Tropical e úmido
PLUVIOSIDADE por mm anual 1.600 até 2.400
MESES MAIS CHUVOSOS abril, maio e junho.

Vegetação

Palmeiras (coqueiros, piaçaveiras, dendezeiros, mane velho,pupunheira, ornamentais) mangueiras, craveiros da Índia peroba, jacarandá, oiticica, Angelim, louro, mangues e tantas outras árvores e herbáceos que ajudam a formar a mata atlântica.

Fauna

Rica em aves e pássaros: canários, bem te vi, sabiá, estevão , papa capim, papagaio, periquitos, pato dágua, garça e outros tantos. Animais silvestres pacas cotias raposas, sarigués, teiú, caititu. Micos, macacos, veados, capivara, tatu e mais outros.

Mineiros

Falam da existência de minérios de ferro na serra do Abiá , mas não existe ao que sabemos algo confirmando.

Hidrografia

O rio Una e seus afluentes Piau, Patipe, Pitanga ,do Braço, dos Reis, Jiquiricá, Sarapuí, Graciosa ou do Engenho.

Turismo

É peça extraordinária da economia valenciana e da região que forma a Costa do dendê servindo para inter-relacionar Valença com outros municípios vizinhos. Valença dispõe de inúmeros atrativos naturais como o Parque Ecológico do Candengo, praia do Guaibim, praia da Ponta do Curral. Cachoeiras de Água branca, de Sarapuí, Sete cachoeirinhas do Patipe, Serra do Abiá, Dois Irmãos, Serra do Frio.
O município conta com uma rede muito boa de hotéis e pousadas entre eles Portal Rio Una, Royal Praia Hotel, Guaibim Praia Hotel, Taquari Praia Hotel, Valença Hotel, Oriente Hotel e inúmeras pousadas em Valença, Guaibim. Quem se destina ao Morro de São Paulo conta também com muitos hotéis e pousadas.

Atrações

Visitas : Igreja do Sagrado Coração de Jesus (matriz), igreja do Amparo,Igreja de Nossa Senhora do Desterro, Fórum Gonçalo Porto, Edifício da Câmara dos Vereadores, Primeira Fábrica de Tecidos (em ruínas) Teatro Municipal, Clube Sindical Recreativo, Escola de Pesca e Construção Naval, Centro de cultura, Estaleiros Navais (Nicholson, fibra de vidro) e a forma mais primitiva de se fazer embarcações usando madeira, Fábrica Nossa Senhora do Amparo e os mais variados restaurantes, usando a suculenta culinária de frutos do mar ou de gado e aves.
As famosas moquecas de robalo, raia, tainha, ensopado de camarão, ostra, polvo, siri, caranguejo, Aratú, guaiamu, badejo, guaricema, sarapatel, xinxim, vatapá caruru, arroz de coco, mugunzá, arroz doce.

Principais eventos

Ano novo ou Ano bom (01 de janeiro), Festa de Reis (6 de janeiro), Carnaval (fevereiro ou março), Micarêta ou Micarême (mês de abril), Santo Antônio (l3 de junho), São João ( 24 de junho ), festa do 2 de julho (2 de julho), Festa do sete de setembro (7 de setembro ), l5 de novembro (proclamação da Republica) e natal (25 de dezembro)
Afora as festas de fins de semana. Há sempre um motivo para Valença viver e oferecer grandes alegrias.

Agricultura e pecuária

Está representada por inúmeras propriedades agrícolas que cultivam ou exploram o dendê, coco, pupunha, piaçava, pimenta do reino, cacau, urucu, guaraná, mandioca, café, cravo da índia, pimenta do reino, banana, frutas, verduras, hortaliças e leguminosas, criatório de porcos e carneiros
A pecuária é pouco desenvolvida. Também o gado leiteiro.

Comércio

O comércio por atacado e a varejo se desenvolvem suficientemente bem . Os produtos da região são negociados em alta escala, havendo inúmeros compradores que inclusive exportam os produtos para outras cidades brasileiras e também para paises estrangeiros.Existem 2.238 empresas comerciais no município.

Pesca

O pescado tem peso especial na economia do município tanto no que se refere a pesca artesanal como em cativeiro , estando representados pelos pescadores profissionais sindicalizados nas suas Colônias como cultivado como é o caso dos camarões muito bem representados pelas Mariculturas estabelecidas em Valença , nas proximidades do Guaibim. Outros pesqueiros , a título familiar, começam e alguns já se firmaram com o cultivo em gaiolas sobretudo da tilápia e traira . Alguns já chegam até a tentar cultivo de outras espécies de peixe.

Indústria

A mais arrojada é a indústria têxtil prosseguimento da Fábrica Nossa Senhora do Amparo, com nova razão social empregando um número avantajado de homens e mulheres perto de 500 na fabricação do tecido de várias qualidades, fabricando inclusive o seu próprio fio. Outra indústrias para a extração do óleo de dendê , como a Oldesa, tornou a funcionar na sua origem, isto é ,em Valença reabrindo o mercado do emprego e contribuindo para o progresso . Também se fabrica o mesmo óleo nos chamados roldãos rudimentar e agora já partindo para a industrialização São inúmeros os roldãos no município que estão substituído o animal por máquinas e muitas firmas menores começam a trabalhar com o dendê e o seu derivado coquilho. As fazendas se organizam na plantação da variedade tenera chamado entre os agricultores de caroço mole Já existem Cooperativas de agricultores na região aumentando o número dos coqueiros de dendê (dendezeiros) pela esperança que têm do sucesso.
Outras indústrias metalúrgicas com a Kontik são fabricantes de peças pesadas para diversas manufaturas, sem falar em outras indústrias de transformação.

Cosntrução Naval

Tradicional pelo seus trabalhos em madeiras de barcos , saveiros, escunas e e em fibras de vidro especializadas em catamarães e barco de grande calado . Tradicionais a s escunas feitas pelo Mestre Alfredo e alguns dos seus descendentes como Valtinho e Zuza ,dois irmãos que segue a risca a arte naval rudimentar na feitura e graciosa na forma final.

Educação

A taxa de alfabetização do município é de 75%. O município mantém sob sua própria responsabilidade um número considerável de professores na sede e na zona rural além daqueles que são contratados pelo Governo do Estado incluindo creches.
A rede de ensino particular ou privado se distribuem pelas diversas escolas , incluindo os centros educacionais Paulo Freire,Colégio Social de Valença, Colégio Projeção, Colégio Estadual de Valença.
Funcionam em Valença a Escola Técnica Agro-pecuária - EMARC- mantida pela Ceplac e as seguintes Faculdades:
Universidade Estadual da Bahia UNEB
Faculdade Zacarias de Góes FAZAG
Faculdade de Ciências Educacionais FACE
Faculdade Pedagógica Integrada de Valença Ltda
Factiva

Saúde

A assistência é dada pelo Governo Municipal e pelo Governo Municipal através de médicos contratados os quais se dividem em turnos pelos postos de saúde, ambulatórios. Tem expressão considerável o trabalhos realizado pela Santa Casa de Misericórdia de Valença, fundada em 30 de setembro de 1960 pelo Barão de Jiquiricá, Isidro de Sena Madureira que continua cumprindo a sua finalidade e atendendo pela responsabilidade do Sistema Único de Saúde, com dependência especial para aqueles que preferem melhor acomodações mediante naturalmente acerto prévio . O Hospital Dr. Heitor Guedes de Melo é hospital geral, o único na cidade e integrado ao mesmo funciona a Maternidade, Hospital Infantil Maternidade, Pronto Socorro com uma equipe de 72 médicos com sede na cidade, funcionando durante 24 horas, diariamente. Digno de nota é o desvelo do Serviço de Enfermagem representado pela constância e dedicação dos auxiliares, apoio dos outros serviços que dão, exatamente, o aconchego e confiança aos pacientes.

Personalidades históricas

Comendador Dr. Bernardino de Sena Madureira
Doutor Casemiro de Sena Madureira
Doutor Isidro de Sena Madureira (Barão de Jiquiricá )
Doutor Ângelo Muniz da Silva Ferraz (Barão de Uruguaiana)
Doutor Vital Henrique Batista Soares (Governador do Estado da Bahia)
Marechal Inocêncio Galvão de Queiroz
Engenheiro Augusto Frederico de Lacerda
Doutor Manoel Adalberto de Oliveira Guimarães
Hildebrando de Araújo Góes
Bacharel Doutor Zacarias Góes de Vasconcelos
Bacharel Wenceslau de Oliveira Guimarães
Doutor Heitor Guedes de Melo
Bacharel Admar Braga Guimarães
Professora Augusta Messias Guimarães
Mestra Maria Próspera Rodrigues
Gentil Paraíso Martins

Intendentes

1889 a 1891 Comendador José Pinto da Silva Moreira
1891 a 1892 Padre Doutor José de Souza Oliveira
1893 a 1894 Coronel Juvêncio de Resende
1895 a 1897 Major Francisco Galvão Jose do Couto
1898 a 1899 Doutor Aristides Galvão de Queiroz
1900 a 1902 Coronel Joaquim Loureiro dos Santos
1903 a 1904 Doutor Aristides Galvão de Queiroz

Interinos

1904 a 1907 Doutor José da Rocha Leal
1907 a 1908
1909 a 1910 Doutor Francisco José do Couto
1911 a 1912 Coronel Leovegildo Marques de Magalhães interino
1912 a 1916 Coronel Manoel Batista Junior
1916 a 1922 Doutor Antonio Bernardo Vasconcelos de Queiroz
1923 a 1924 Tenente Baltazar Augusto de Oliveira e Souza
1925 a 1926 Cirurgião Dentista Flávio Guedes

Prefeitos

1927 A 1930 Manoel Dionísio de Oliveira
27.10a 28.11.30 Tenente Epifânio Vasco de Araújo
1931Dr, Admar Braga Guimarães
1932 a 1937 Dr. Aloísio da Silva Lima Jorge
1938 Tenente Dionísio Gonçalves Martins
300442a010842 Dr. Elísio Pimentel Marques
0343 Bel Admar Braga Guimarães
0443 a 191145 Dr Adelino Gonçalves de Amorim
201145 a 140646 Bel Antonio Ferreira de Oliveira Brito
190146 a 2504547 Augusto da Silva Freitas
181046 a 250547 Dr. Quintino Castelar Costa
260547 a 160747 Isidoro Pereira Tavares
170747 a 220248 Dr, Heitor Guedes de Melo
1948 a 1951Ataliba Pereira Lacerda
1949 3101 a190351 Bernardino Muniz Torres
1950 160250 a 280552 Pedro Tertuliano dos Reis substituto
010653 a 091253Abel Aguiar Queiroz substituto
10 12 53 a 2003 Samuel do Vale Lacerda substituo
200351 a 060455 Alisson Magalhães de Freitas
210953 Dr Antero Assis de Lucena substituto
070955 Argemiro Franco substituto
070455a 060459 Gentil Paraíso Martins
220261 Romeu Agrário Martins
301061 José Farias Campos
2601 a 100262 José Farias Campos
26 a 280262 José Franco Farias
130462 Gil Edmundo Martins
070459 a 070463 Dr Heitor Guedes de Melo
070463 a 060467 Gentil Paraíso Martins
de 1967 a 1971 João Leonardo da Silva
de 1971 a 1973 Luiz Góes Teles
de l973 a 1977 Gentil Paraíso Martins
de1977 a1983 João Leonardo da Silva
de 1983 a 1989 João Cardoso dos Santos
de 1989 a 1993Doutor Agenildo Ramalho Gonçalves
de1993 a 1996 João Cardoso dos Santos
1996 a 2000 Doutor Agenildo Ramalho Gonçalves
de 2000 a fevereiro de 2004 Ramiro José Campelo de Queiroz
de fevereiro de 2004 até a presente data, 30 de abril de 2004 , Doutor Renato Assis Silva .

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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por Maria Valenca Blair em 25/10/2009, 00:13

Agradeco muito as informacoes sobre as regioes geograficas no Brasil ondem estao as cidades Valenca. O que procuro e informacoes sobre a arvore genealogica da familia Valenca. Meu avo Joao Victor do Rego Valenca irmao de Jose Raul do Rego Valenca foram a famosa dupla "Irmaos Valenca" de Pernambuco. Compositores de musicas carnavalescas como uma das mas famosas "O Teu Cabelo Nao Nega". Sei que os Valencas estao espalhados pelo Brasil mas pensei em comecar por este Forum. Obrigada pela ajuda.
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Maria Valenca Blair
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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por meirim em 27/10/2009, 22:27

TRANSPARENTE
Como a água (limpa) ou o vidro (tansparente)
terça-feira, 6 de Janeiro de 2009 3:49 TRANSPARENTE
FAMÍLIA VALENÇA
1. A CHEGADA DOS VALENÇA A PERNAMBUCO

No CAPÍTULO VI do Livro São Bento do Una: Formação
Histórica, de Ivete de Morais Cintra. (Texto de Adalberto de Oliveira
Paiva e Padre João Firmino Cabral de Andrade.), lê-se:

De 1815 a 1822, as Capitanias do Nordeste foram agitadas pelos
movimentos patrióticos dos brasileiros em favor da independência.
Pombal e Souza, na Paraíba, ficam no vale do Rio do Peixe ou das
Piranhas, que vai desaguar no litoral do Rio Grande do Norte, com o nome
de Açu. Essa região paraibana do Rio do Peixe também esteve em
ebulição e aí habitavam muitos portugueses que se retiraram de
lá e vieram para o Brejo da Madre de Deus, Cimbres e Pesqueira.

Pouco antes de 1830, o lugar SANTA CRUZ, onde ainda não chegara o
rumor patriótico, veio do Brejo da Madre de Deus, José Rodrigues
da Cunha, por intermédio do seu velho conhecido José Venâncio
de Benevides Falcão. Ele deixou o cognome de Cunha e juntou ao seu
nome Valença, cidade portuguesa donde viera.

José Rodrigues Valença, casado com Cosma Caluête, natural do
Rio do Peixe, com toda sua família, espalhou-se pelo vale sossegado
do rio Uma. Ao sair do rio do Peixe com sua família, já estavam
esgotados os seus recursos. No Brejo da Madre de Deus, foi agravada a
sua situação financeira com a seca de 1825 a 1832. Aqui chegou
pobre.Foram doze os seus filhos:

1) Pe. José Rodrigues Valença, nascido em 1794. Em 1854 foi
residir na fazenda Liberalzinho, cerca de trinta quilômetros de
São Bento, onde construiu casa, oratório e açude. Faleceu no
dia 6 de setembro de 1870, com 76 anos de idade, e foi sepultado no
cemitério de São Bento.

2) – Francisco Rodrigues Valença, casado com Maria da
Conceição Valença. Tiveram os seguintes filhos:

– Francisco Candido;
2) – José Camilo;
3) – João Rodrigues;
4) – Zebina e
5) —Cândida Emília, que casou com o viúvo Bento da Silva
Valença, tendo este falecido no dia 2 de abril de 1856, deixando do
casal, dois filhos: Àguida, de quatro anos de idade, e Honório, de
dois anos de idade. O tutor destes foi seu avó, por ter se casado
novamente sua mãe. Moravam na propriedade Condado.

3 ) -- Joaquim Rodrigues Valença, era casado com Paulina de Holanda
Valença e morreu da queda de um cavalo. Foi o pai do Tenente-Coronel
Luiz Paulino de Holanda Valença.

4) – Teodoro Rodrigues Valença, casado com Luiza Valença, sua
sobrinha – filha de Ana.

5) – Antônio Rodrigues Valença.

6) – João da Porciúncula Valença, casado com Antônia
Valença.

7) – Maria de Jesus Valença, casada com o viúvo Bento José
Alves de Oliveira, irmão de João Bento de Oliveira, Antônio
Bento de Oliveira e Joaquim Dantas de Oliveira. Maria de Jesus
Valença faleceu no dia 24 de junho de 1849, deixando seis filhos
menores:
1) José, de onze anos;
2) Bento, de dez anos;
3) Ana, de nove anos e que depois casou com João Bento de
Albuquerque;
4) Francisco, de seis anos;
5) João, de quatro anos e
6) Luiz, de dois anos.

Bento José Alves de Oliveira, possuía uma parte da terra e uma
casa de taipa, na povoação de Santa Cruz e meia légua de terra,
com casa e curral de pau-a-pique, no lugar Recanto, onde morava.

Cool – Josefa Valença, casada com o português João José de
Araújo.

9) – Tereza Valença, casada com José Alves Bezerra Cavalcanti.

10) – Luiza de Jesus Valença, casada com seu sobrinho José
Rodrigues Valença (filho de Ana).

Por morte de seu esposo, em 13 de abril de 1853, obteve do imperador
provisão de tutora de seus filhos menores, em número de sete:

1) Arcelina da Silva Valença, que casou com José Camilo
Valença, e tiveram os seguintes filhos: Maria – Rita – Josefa
–Francisco e Antônio.
1) Maria de Jesus Valença, que casou com Leonel Bezerra Cavalcanti.
1)Tereza Benvinda, com catorze anos.
1)João, com treze anos.
1)Emília, com onze anos.
1)Luiz José, com dez anos.
1)Luiz, com nove anos.

Moravam na propriedade Baraúnas, comprada a Antônio Carvalho de
Albuquerque.

Luiza de Jesus Valença, faleceu no dia 8 de outubro de 1863, na
propriedade Baraúnas.

11) Ana Joaquina Valença, casada com João Alves da Silva,
representada por seus filhos:1) Francisco Pio; 2)Tereza, casada com
Antônio Alves da Silva; 3) José Rodrigues Valença; 4) Ana
Alexandrina; 5) Luiza; 6) Bento da Silva Valença e 7) Alexandrino.

12) Silvana Valença, casada com o português Jacinto Muniz de
Almeida. São filhos do casal:

1) Bento de Almeida;
1) João de Almeida;
1) José Vicente de Almeida;
1) Claudino de Almeida;
1) Joaquim de Almeida;
1) Januário de Almeida;
1) Josefa, casada com João Bento da Silva;
1) Maria Arcelina, casada a primeira vez com Bento da Silva Valença
(filho de Ana) e que ficou desse casamento os seguintes filhos:



1)João, de nove anos de idade;
1)Joaquim, de sete anos de idade;
1)Julio, de seis anos de idade.

O tutor dos filhos de Maria Arcelina e Bento da Silva Valença foi o
sogro Jacinto Muniz de Almeida.

Com a família Valença veio João Bento de Oliveira, casado a
primeira vez com Tereza Maria de Jesus, e, desse casamento
nasceram:CAPÍTULO VI do Livro São Bento do Una: Formação
Histórica, de Ivete de Morais Cintra. (Texto de Adalberto de Oliveira
Paiva e Padre João Firmino
Cabral de Andrade).

1) – Joaquim Dantas de Oliveira;
2) – José Bento de Oliveira. Este, em 10 de março de 1856, dia
da morte de seu pai, já era viúvo, com a idade de 25 anos. O mesmo
José Bento de Oliveira foi casado a 2ª vez com Joana de Jesus
Dantas, que poucos dias após a morte de seu esposo faleceu, já
sendo paralítica, deixando os seguintes filhos menores:

1) Francisco, de doze anos;
2) Antônio, de nove anos;
3)Francisco, de oito anos e
4) Emília, de seis anos, cujo tutor foi José Bento, seu irmão
por parte de pai. João Bento de Oliveira morava na parte da terra de 600 braças com meia légua de fundo, no sítio Recanto, comprada a Francisco Rodrigues Valença.

João Bento de Oliveira era irmão do Major Bento José Alves de
Oliveira, casado com Luiza Benvinda de Oliveira Valença.

Aqui chegou também Antônio Bento de Oliveira, casado com Francisca Dantas de Oliveira. Este casal possuía um sítio de terras no lugar denominado Laranjeira, na Freguesia de Quipapá, do termo de São Bento e comarca de Caruaru, adquirido por compra a Manoel de Medeiros Cabral e vendeu ao Sr. Claudino Marinho da Silva, no dia 18 de Novembro de 1868.

http://br.groups.yahoo.com/group/genorde...
<>http://br.groups.yahoo.com/group/genorde...

A CHEGADA DE JOSE RODRIGUES VALENÇA

Texto de Adalberto de Oliveira Paiva e
Padre João Firmino Cabral de Andrade

De 1815 a 1822, as Capitanias do Nordeste foram agitadas pelos
movimentos patrióticos dos brasileiros em favor da independência.
Pombal e Souza, na Paraíba, ficam no vale do Rio do Peixe ou das
Piranhas, que vai desaguar no litoral do Rio Grande do Norte, com o nome
de Açu. Essa região paraibana do Rio do Peixe também esteve em
ebulição e aí habitavam muitos portugueses que se retiraram de
lá e vieram para o Brejo da Madre de Deus, Cimbres e Pesqueira.Pouco
antes de 1830, o lugar SANTA CRUZ, onde ainda não chegara o rumor
patriótico, veio do Brejo da Madre de Deus, José Rodrigues da
Cunha,
por intermédio do seu velho conhecido José Venâncio de
Benevides
Falcão. Ele deixou o cognome de Cunha e juntou ao seu nome
Valença, cidade portuguesa donde viera.José Rodrigues Valença,
casado com Cosma Caluête, natural do Rio do Peixe, com toda sua
família, espalhou-se pelo vale sossegado do rio Uma. Ao sair do rio
do Peixe com sua família, já estavam esgotados os seus recursos.
No Brejo da Madre de Deus, foi agravada a sua situação financeira com
a seca de 1825 a 1832. Aqui chegou pobre.Foram doze os seus filhos:

1) – Pe. José Rodrigues Valença, nascido em 1794. Em 1854 foi
residir na fazenda Liberalzinho, cerca de trinta quilômetros de
São Bento, onde construiu casa, oratório e açude. Faleceu no
dia 6 de setembro de 1870, com 76 anos de idade, e foi sepultado no
cemitério de São Bento.


2) – Francisco Rodrigues Valença, casado com Maria da
Conceição Valença. Tiveram os seguintes filhos:

1) – Francisco Candido; 2) – José Camilo; 3) – JoãoRodrigues;
4) – Zebina e 5) —Cândida Emília, que casou com o viúvo
Bento da Silva Valença, tendo este falecido no dia 2 de abril de
1856, deixando do casal, dois filhos: Àguida, de quatro anos de idade
e Honório, de dois anos de idade.
O tutor destes foi seu avó, por ter se casado novamente sua mãe.
Moravam na propriedade Condado.

3 ) -- Joaquim Rodrigues Valença, era casado com Paulina de Holanda
Valença e morreu da queda de um cavalo. Foi o pai do Tenente-Coronel
Luiz Paulino de Holanda Valença.

4) – Teodoro Rodrigues Valença, casado com Luiza Valença, sua
sobrinha – filha de Ana.

5) – Antônio Rodrigues Valença.

6) – João da Porciúncula Valença, casado com Antônia
Valença.

7) – Maria de Jesus Valença, casada com o viúvo Bento José
Alves de Oliveira, irmão de João Bento de Oliveira, Antônio
Bento de Oliveira e Joaquim Dantas de Oliveira. Maria de Jesus
Valença faleceu no dia 24 de junho de 1849, deixando seis filhos
menores:

1)José, de onze anos;

2) Bento, de dez anos;

3) Ana, de nove anos e que depois casou com João Bento de
Albuquerque;
4) Francisco, de seis anos; 5) João, de quatro anos e 6)
Luiz, de dois anos.

Bento José Alves de Oliveira, possuía uma parte da terra e uma
casa de taipa, na povoação de Santa Cruz e meia légua de terra,
com casa e curral de pau-a-pique, no lugar Recanto, onde morava.

Cool – Josefa Valença, casada com o português João José de
Araújo.

9) – Tereza Valença, casada com José Alves Bezerra Cavalcanti.

10) – Luiza de Jesus Valença, casada, com seu sobrinho José
Rodrigues Valença -- filho de Ana.

Por morte de seu esposo, em 13 de abril de 1853, obteve do imperador
provisão de tutora de seus filhos menores, em número de sete:

1)Arcelina da Silva Valença, que casou com José Camilo Valença,
e tiveram os seguintes filhos: Maria – Rita – Josefa –
Francisco e Antônio.
1)Maria de Jesus Valença, que casou com Leonel Bezerra Cavalcanti.
1)Tereza Benvinda, com catorze anos.
1)oão, com treze anos.
1)Emília, com onze anos.
1)Luiz José, com dez anos.
1)Luiz, com nove anos.

Moravam na propriedade Baraúnas, comprada a Antônio Carvalho de
Albuquerque.

Luiza de Jesus Valença, faleceu no dia 8 de outubro de 1863, na
propriedade Baraúnas.

11) Ana Joaquina Valença, casada com João Alves da Silva,
representada por seus filhos:


1)Francisco Pio; 2)Tereza, casada com Antônio Alves da
Silva; 3) José Rodrigues Valença; 4) Ana Alexandrina; 5)
Luiza; 6) Bento da Silva Valença e 7) Alexandrino.

12) Silvana Valença, casada com o português Jacinto Muniz de
Almeida.
São filhos do casal:

1)Bento de Almeida;
1)João de Almeida;
1)José Vicente de Almeida;
1)Caudino de Almeida;
1)Joaquim de Almeida;
1)Januário de Almeida;
1)Josefa, casada com João Bento da Silva;
1)Maria Arcelina, casada a primeira vez com Bento da Silva
Valença (filho de Ana) e que ficou desse casamento os
seguintes filhos:

1)João, de nove anos de idade;
1)Joaquim, de sete anos de idade;
1)Julio, de seis anos de idade.

O tutor dos filhos de Maria Arcelina e Bento da Silva Valença foi o
sogro Jacinto Muniz de Almeida.

Com a família Valença veio João Bento de Oliveira, casado a
primeira vez com Tereza Maria de Jesus, e, desse casamento nasceram:

1)Joaquim Dantas de Oliveira;
2)José Bento de Oliveira. Este, em 10 de março de 1856,
dia da morte de seu pai, já era viúvo, com a idade de 25 anos. O
mesmo José Bento de Oliveira foi casado a 2ª vez com Joana de
Jesus Dantas, que poucos dias após a morte de seu esposo faleceu,
já sendo paralítica, deixando os seguintes filhos menores:

1)Francisco, de doze anos; 2) Antônio, de nove anos;
3) Francisco, de oito anos e 4) Emília, de seis anos, cujo tutor
foi José Bento, seu irmão por parte
de pai. João Bento de Oliveira morava na parte da terra de 600
braças com meia légua de fundo, no sítio Recanto, comprada a
Francisco Rodrigues Valença.

João Bento de Oliveira era irmão do Major Bento José Alves de
Oliveira, casado com Luiza Benvinda de Oliveira Valença.

Aqui chegou também Antônio Bento de Oliveira, casado com Francisca
Dantas de Oliveira. Este casal possuía um sítio de terras no lugar
denominado Laranjeira, na Freguesia de Quipapá, do termo de São
Bento e comarca de Caruaru, adquirido por compra a Manoel de Medeiros
Cabral e vendeu ao Sr. Claudino Marinho da Silva, no dia 18 de novembro
de 1868.

Fonte: CINTRA, Ivete de Morais; FIRMINO, Padre João: PAIVA, Adalberto
de Oliveira. São Bento do Una: Formação Histórica. Recife,
Centro de Estudos de História Municipal FIAM, vol 19,1983.


______________________________________...
______



Texto de Ivete de Morais Cintra



Dos depoimentos prestados por Joaquim Pedro de Almeida, com 49 anos de
idade, casado, agricultor, morador em Caldeirão da freguesia de
São Bento desde 1838, e de Francisco Rodrigues Valença, filho do
velho José Rodrigues Valença, com 66 anos de idade, casado,
fazendeiro e morador em São Bento, em uma ação de reclamação
Movida pelo Major Bento José Alves de Oliveira, em 1864, cujos autos
são do 2º cartório de Garanhuns, constata-se o seguinte: O
Capitão José Rodrigues Valença, chegou a São Bento, em
companhia da esposa e do filho Francisco Rodrigues Valença (não
consegui saber o ano). O velho estava tão pobre que o próprio
filho disse: "que se não fosse a caridade de José Venâncio de
Benevides Falcão (falecido em 1840) e os recursos que lhe enviava o
seu filho Pe. José Rodrigues Valença, do rio do Peixe, onde
morava, ele teria morrido de fome." Através do mencionado José
Venâncio de Benevides Falcão, Francisco Rodrigues deliberou
comprar a propriedade FAZENDA VELHA, para ele e seu pai, ao Capitão
Antônio Machado Dias, morador no Recife e que se encontrava em São
Bento. Feito o negócio, foi passado um documento em nome dos dois e
ficou estabelecido que quando fosse efetuado o pagamento da quantia de
duzentos mil réis (200$000) seria passado outro documento, constando
também a assinatura da esposa do Capitão, dona Leandra Francisca,
o que não ocorreu no primeiro documento, pela ausência da mesma.
Logo depois, Francisco Rodrigues Valença resolveu levar para vender
no Recife, em companhia do seu futuro cunhado Jacinto Muniz de Almeida,
que ia preparar-se para casar com sua irmã Silvana da Conceição
Valença ou Silvana Rodrigues Valença, um algodão que tinha
comprado juntamente com seu pai e com intenções de pagar a
propriedade com o lucro do mesmo.



Fonte: www.ogrongonzo.com.br


______________________________________...



Texto de Gilvan Lemos (historiador)



"Seus povoadores (de S. Bento do Una) eram principalmente portugueses,
vindos, quase todos, não diretamente de Portugal mas da Paraíba,
da região do Rio do Peixe. Almeida, Soares, Morais, Oliveira, Manso,
Siqueira, Cintra, muitos outros, entre os quais os Velozo, que por serem
da cidade portuguesa de Braga passaram a assinar-se Braga, assim como os
Rodrigues da Cunha, oriundos de Valença, no Minho, que trocaram o
sobrenome para Valença."
Comentários
TRANSPARENTE // terça-feira, 6 de Janeiro de 2009 3:54
A CHEGADA DOS VALENÇA A PERNAMBUCO
No CAPÍTULO VI do Livro São Bento do Una: Formação
Histórica, de Ivete de Morais Cintra. (Texto de Adalberto de Oliveira
Paiva e Padre João Firmino Cabral de Andrade.), lê-se:
De 1815 a 1822, as Capitanias do Nordeste foram agitadas pelos
movimentos patrióticos dos brasileiros em favor da independência.
Pombal e Souza, na Paraíba, ficam no vale do Rio do Peixe ou das
Piranhas, que vai desaguar no litoral do Rio Grande do Norte, com o nome
de Açu. Essa região paraibana do Rio do Peixe também esteve em
ebulição e aí habitavam muitos portugueses que se retiraram de
lá e vieram para o Brejo da Madre de Deus, Cimbres e Pesqueira.
Pouco antes de 1830, o lugar SANTA CRUZ, onde ainda não chegara o
rumor patriótico, veio do Brejo da Madre de Deus, José Rodrigues
da Cunha, por intermédio do seu velho conhecido José Venâncio
de Benevides Falcão. Ele deixou o cognome de Cunha e juntou ao seu
nome Valença, cidade portuguesa donde viera.
José Rodrigues Valença, casado com Cosma Caluête, natural do
Rio do Peixe, com toda sua família, espalhou-se pelo vale sossegado
do rio Uma. Ao sair do rio do Peixe com sua família, já estavam
esgotados os seus recursos. No Brejo da Madre de Deus, foi agravada a
sua situação financeira com a seca de 1825 a 1832. Aqui chegou
pobre.Foram doze os seus filhos:
1) Pe. José Rodrigues Valença, nascido em 1794. Em 1854 foi
residir na fazenda Liberalzinho, cerca de trinta quilômetros de
São Bento, onde construiu casa, oratório e açude. Faleceu no
dia 6 de setembro de 1870, com 76 anos de idade, e foi sepultado no
cemitério de São Bento.
2) – Francisco Rodrigues Valença, casado com Maria da
Conceição Valença. Tiveram os seguintes filhos:
– Francisco Candido;
2) – José Camilo;
3) – João Rodrigues;
4) – Zebina e
5) —Cândida Emília, que casou com o viúvo Bento da Silva
Valença, tendo este falecido no dia 2 de abril de 1856, deixando do
casal, dois filhos: Àguida, de quatro anos de idade, e Honório, de
dois anos de idade. O tutor destes foi seu avó, por ter se casado
novamente sua mãe. Moravam na propriedade Condado.
3 ) -- Joaquim Rodrigues Valença, era casado com Paulina de Holanda
Valença e morreu da queda de um cavalo. Foi o pai do Tenente-Coronel
Luiz Paulino de Holanda Valença.
4) – Teodoro Rodrigues Valença, casado com Luiza Valença, sua
sobrinha – filha de Ana.
5) – Antônio Rodrigues Valença.
6) – João da Porciúncula Valença, casado com Antônia
Valença.
7) – Maria de Jesus Valença, casada com o viúvo Bento José
Alves de Oliveira, irmão de João Bento de Oliveira, Antônio
Bento de Oliveira e Joaquim Dantas de Oliveira. Maria de Jesus
Valença faleceu no dia 24 de junho de 1849, deixando seis filhos
menores:
1) José, de onze anos;
2) Bento, de dez anos;
3) Ana, de nove anos e que depois casou com João Bento de
Albuquerque;
4) Francisco, de seis anos;
5) João, de quatro anos e
6) Luiz, de dois anos.
Bento José Alves de Oliveira, possuía uma parte da terra e uma
casa de taipa, na povoação de Santa Cruz e meia légua de terra,
com casa e curral de pau-a-pique, no lugar Recanto, onde morava.
Cool – Josefa Valença, casada com o português João José de
Araújo.
9) – Tereza Valença, casada com José Alves Bezerra Cavalcanti.
10) – Luiza de Jesus Valença, casada com seu sobrinho José
Rodrigues Valença (filho de Ana).
Por morte de seu esposo, em 13 de abril de 1853, obteve do imperador
provisão de tutora de seus filhos menores, em número de sete:
1) Arcelina da Silva Valença, que casou com José Camilo
Valença, e tiveram os seguintes filhos: Maria – Rita – Josefa
–Francisco e Antônio.
1) Maria de Jesus Valença, que casou com Leonel Bezerra Cavalcanti.
1)Tereza Benvinda, com catorze anos.
1)João, com treze anos.
1)Emília, com onze anos.
1)Luiz José, com dez anos.
1)Luiz, com nove anos.
Moravam na propriedade Baraúnas, comprada a Antônio Carvalho de
Albuquerque.
Luiza de Jesus Valença, faleceu no dia 8 de outubro de 1863, na
propriedade Baraúnas.
11) Ana Joaquina Valença, casada com João Alves da Silva,
representada por seus filhos:1) Francisco Pio; 2)Tereza, casada com
Antônio Alves da Silva; 3) José Rodrigues Valença; 4) Ana
Alexandrina; 5) Luiza; 6) Bento da Silva Valença e 7) Alexandrino.
12) Silvana Valença, casada com o português Jacinto Muniz de
Almeida. São filhos do casal:
1) Bento de Almeida;
1) João de Almeida;
1) José Vicente de Almeida;
1) Claudino de Almeida;
1) Joaquim de Almeida;
1) Januário de Almeida;
1) Josefa, casada com João Bento da Silva;
1) Maria Arcelina, casada a primeira vez com Bento da Silva Valença
(filho de Ana) e que ficou desse casamento os seguintes filhos:
1)João, de nove anos de idade;
1)Joaquim, de sete anos de idade;
1)Julio, de seis anos de idade.
O tutor dos filhos de Maria Arcelina e Bento da Silva Valença foi o
sogro Jacinto Muniz de Almeida.
Com a família Valença veio João Bento de Oliveira, casado a
primeira vez com Tereza Maria de Jesus, e, desse casamento
nasceram:CAPÍTULO VI do Livro São Bento do Una: Formação
Histórica, de Ivete de Morais Cintra. (Texto de Adalberto de Oliveira
Paiva e Padre João Firmino
Cabral de Andrade).
1) – Joaquim Dantas de Oliveira;
2) – José Bento de Oliveira. Este, em 10 de março de 1856, dia
da morte de seu pai, já era viúvo, com a idade de 25 anos. O mesmo
José Bento de Oliveira foi casado a 2ª vez com Joana de Jesus
Dantas, que poucos dias após a morte de seu esposo faleceu, já
sendo paralítica, deixando os seguintes filhos menores:
1) Francisco, de doze anos;
2) Antônio, de nove anos;
3)Francisco, de oito anos e
4) Emília, de seis anos, cujo tutor foi José Bento, seu irmão
por parte de pai. João Bento de Oliveira morava na parte da terra de
600 braças com meia légua de fundo, no sítio Recanto, comprada
a Francisco Rodrigues Valença.
João Bento de Oliveira era irmão do Major Bento José Alves de
Oliveira, casado com Luiza Benvinda de Oliveira Valença.
Aqui chegou também Antônio Bento de Oliveira, casado com Francisca
Dantas de Oliveira. Este casal possuía um sítio de terras no lugar
denominado Laranjeira, na Freguesia de Quipapá, do termo de São
Bento e comarca de Caruaru, adquirido por compra a Manoel de Medeiros
Cabral e vendeu ao Sr. Claudino Marinho da Silva, no dia 18 de novembro
de 1868.
br.groups.yahoo.com/.../genorde...
<>br.groups.yahoo.com/.../genorde...
A CHEGADA DE JOSE RODRIGUES VALENÇA
Texto de Adalberto de Oliveira Paiva e
Padre João Firmino Cabral de Andrade
De 1815 a 1822, as Capitanias do Nordeste foram agitadas pelos
movimentos patrióticos dos brasileiros em favor da independência.
Pombal e Souza, na Paraíba, ficam no vale do Rio do Peixe ou das
Piranhas, que vai desaguar no litoral do Rio Grande do Norte, com o nome
de Açu. Essa região paraibana do Rio do Peixe também esteve em
ebulição e aí habitavam muitos portugueses que se retiraram de
lá e vieram para o Brejo da Madre de Deus, Cimbres e Pesqueira.Pouco
antes de 1830, o lugar SANTA CRUZ, onde ainda não chegara o rumor
patriótico, veio do Brejo da Madre de Deus, José Rodrigues da
Cunha,
por intermédio do seu velho conhecido José Venâncio de
Benevides
Falcão. Ele deixou o cognome de Cunha e juntou ao seu nome
Valença, cidade portuguesa donde viera.José Rodrigues Valença,
casado com Cosma Caluête, natural do Rio do Peixe, com toda sua
família, espalhou-se pelo vale sossegado do rio Uma. Ao sair do rio
do Peixe com sua família, já estavam esgotados os seus recursos.
No Brejo da Madre de Deus, foi agravada a sua situação financeira com
a seca de 1825 a 1832. Aqui chegou pobre.Foram doze os seus filhos:
1) – Pe. José Rodrigues Valença, nascido em 1794. Em 1854 foi
residir na fazenda Liberalzinho, cerca de trinta quilômetros de
São Bento, onde construiu casa, oratório e açude. Faleceu no
dia 6 de setembro de 1870, com 76 anos de idade, e foi sepultado no
cemitério de São Bento.
2) – Francisco Rodrigues Valença, casado com Maria da
Conceição Valença. Tiveram os seguintes filhos:
1) – Francisco Candido; 2) – José Camilo; 3) – João
Rodrigues;
4) – Zebina e 5) —Cândida Emília, que casou com o viúvo
Bento da Silva Valença, tendo este falecido no dia 2 de abril de
1856, deixando do casal, dois filhos: Àguida, de quatro anos de idade
e Honório, de dois anos de idade.
O tutor destes foi seu avó, por ter se casado novamente sua mãe.
Moravam na propriedade Condado.
3 ) -- Joaquim Rodrigues Valença, era casado com Paulina de Holanda
Valença e morreu da queda de um cavalo. Foi o pai do Tenente-Coronel
Luiz Paulino de Holanda Valença.
4) – Teodoro Rodrigues Valença, casado com Luiza Valença, sua
sobrinha – filha de Ana.
5) – Antônio Rodrigues Valença.
6) – João da Porciúncula Valença, casado com Antônia
Valença.
7) – Maria de Jesus Valença, casada com o viúvo Bento José
Alves de Oliveira, irmão de João Bento de Oliveira, Antônio
Bento de Oliveira e Joaquim Dantas de Oliveira. Maria de Jesus
Valença faleceu no dia 24 de junho de 1849, deixando seis filhos
menores:
1)José, de onze anos;
2) Bento, de dez anos;
3) Ana, de nove anos e que depois casou com João Bento de
Albuquerque;
4) Francisco, de seis anos; 5) João, de quatro anos e 6)
Luiz, de dois anos.
Bento José Alves de Oliveira, possuía uma parte da terra e uma
casa de taipa, na povoação de Santa Cruz e meia légua de terra,
com casa e curral de pau-a-pique, no lugar Recanto, onde morava.
Cool – Josefa Valença, casada com o português João José de
Araújo.
9) – Tereza Valença, casada com José Alves Bezerra Cavalcanti.
10) – Luiza de Jesus Valença, casada, com seu sobrinho José
Rodrigues Valença -- filho de Ana.
Por morte de seu esposo, em 13 de abril de 1853, obteve do imperador
provisão de tutora de seus filhos menores, em número de sete:
1)Arcelina da Silva Valença, que casou com José Camilo Valença,
e tiveram os seguintes filhos: Maria – Rita – Josefa –
Francisco e Antônio.
1)Maria de Jesus Valença, que casou com Leonel Bezerra Cavalcanti.
1)Tereza Benvinda, com catorze anos.
1)oão, com treze anos.
1)Emília, com onze anos.
1)Luiz José, com dez anos.
1)Luiz, com nove anos.
Moravam na propriedade Baraúnas, comprada a Antônio Carvalho de
Albuquerque.
Luiza de Jesus Valença, faleceu no dia 8 de outubro de 1863, na
propriedade Baraúnas.
11) Ana Joaquina Valença, casada com João Alves da Silva,
representada por seus filhos:
1)Francisco Pio; 2)Tereza, casada com Antônio Alves da
Silva; 3) José Rodrigues Valença; 4) Ana Alexandrina; 5)
Luiza; 6) Bento da Silva Valença e 7) Alexandrino.
12) Silvana Valença, casada com o português Jacinto Muniz de
Almeida.
São filhos do casal:
1)Bento de Almeida;
1)João de Almeida;
1)José Vicente de Almeida;
1)Caudino de Almeida;
1)Joaquim de Almeida;
1)Januário de Almeida;
1)Josefa, casada com João Bento da Silva;
1)Maria Arcelina, casada a primeira vez com Bento da Silva
Valença (filho de Ana) e que ficou desse casamento os
seguintes filhos:
1)João, de nove anos de idade;
1)Joaquim, de sete anos de idade;
1)Julio, de seis anos de idade.
O tutor dos filhos de Maria Arcelina e Bento da Silva Valença foi o
sogro Jacinto Muniz de Almeida.
Com a família Valença veio João Bento de Oliveira, casado a
primeira vez com Tereza Maria de Jesus, e, desse casamento nasceram:
1)Joaquim Dantas de Oliveira;
2)José Bento de Oliveira. Este, em 10 de março de 1856,
dia da morte de seu pai, já era viúvo, com a idade de 25 anos. O
mesmo José Bento de Oliveira foi casado a 2ª vez com Joana de
Jesus Dantas, que poucos dias após a morte de seu esposo faleceu,
já sendo paralítica, deixando os seguintes filhos menores:
1)Francisco, de doze anos; 2) Antônio, de nove anos;
3) Francisco, de oito anos e 4) Emília, de seis anos, cujo tutor
foi José Bento, seu irmão por parte
de pai. João Bento de Oliveira morava na parte da terra de 600
braças com meia légua de fundo, no sítio Recanto, comprada a
Francisco Rodrigues Valença.
João Bento de Oliveira era irmão do Major Bento José Alves de
Oliveira, casado com Luiza Benvinda de Oliveira Valença.
Aqui chegou também Antônio Bento de Oliveira, casado com Francisca
Dantas de Oliveira. Este casal possuía um sítio de terras no lugar
denominado Laranjeira, na Freguesia de Quipapá, do termo de São
Bento e comarca de Caruaru, adquirido por compra a Manoel de Medeiros
Cabral e vendeu ao Sr. Claudino Marinho da Silva, no dia 18 de novembro
de 1868.
Fonte: CINTRA, Ivete de Morais; FIRMINO, Padre João: PAIVA, Adalberto
de Oliveira. São Bento do Una: Formação Histórica. Recife,
Centro de Estudos de História Municipal FIAM, vol 19,1983.
______________________________________...
______
Texto de Ivete de Morais Cintra
Dos depoimentos prestados por Joaquim Pedro de Almeida, com 49 anos de
idade, casado, agricultor, morador em Caldeirão da freguesia de
São Bento desde 1838, e de Francisco Rodrigues Valença, filho do
velho José Rodrigues Valença, com 66 anos de idade, casado,
fazendeiro e morador em São Bento, em uma ação de reclamação
Movida pelo Major Bento José Alves de Oliveira, em 1864, cujos autos
são do 2º cartório de Garanhuns, constata-se o seguinte: O
Capitão José Rodrigues Valença, chegou a São Bento, em
companhia da esposa e do filho Francisco Rodrigues Valença (não
consegui saber o ano). O velho estava tão pobre que o próprio
filho disse: "que se não fosse a caridade de José Venâncio de
Benevides Falcão (falecido em 1840) e os recursos que lhe enviava o
seu filho Pe. José Rodrigues Valença, do rio do Peixe, onde
morava, ele teria morrido de fome." Através do mencionado José
Venâncio de Benevides Falcão, Francisco Rodrigues deliberou
comprar a propriedade FAZENDA VELHA, para ele e seu pai, ao Capitão
Antônio Machado Dias, morador no Recife e que se encontrava em São
Bento. Feito o negócio, foi passado um documento em nome dos dois e
ficou estabelecido que quando fosse efetuado o pagamento da quantia de
duzentos mil réis (200$000) seria passado outro documento, constando
também a assinatura da esposa do Capitão, dona Leandra Francisca,
o que não ocorreu no primeiro documento, pela ausência da mesma.
Logo depois, Francisco Rodrigues Valença resolveu levar para vender
no Recife, em companhia do seu futuro cunhado Jacinto Muniz de Almeida,
que ia preparar-se para casar com sua irmã Silvana da Conceição
Valença ou Silvana Rodrigues Valença, um algodão que tinha
comprado juntamente com seu pai e com intenções de pagar a
propriedade com o lucro do mesmo.
Fonte: www.ogrongonzo.com.br
______________________________________...
Texto de Gilvan Lemos (historiador)
"Seus povoadores (de S. Bento do Una) eram principalmente portugueses,
vindos, quase todos, não diretamente de Portugal mas da Paraíba,
da região do Rio do Peixe. Almeida, Soares, Morais, Oliveira, Manso,
Siqueira, Cintra, muitos outros, entre os quais os Velozo, que por serem
da cidade portuguesa de Braga passaram a assinar-se Braga, assim como os
Rodrigues da Cunha, oriundos de Valença, no Minho, que trocaram o
sobrenome para Valença."

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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por Maria Valenca Blair em 27/10/2009, 22:46

Obrigada pela valiosa informacao. Agora e so descobrir como se originou a familia Valenca em Recife.
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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por meirim em 28/10/2009, 22:11

Com tudo já dá para escrever um livro


Texto de Gilvan Lemos (historiador)
"Seus povoadores (de S. Bento do Una) eram principalmente portugueses,
vindos, quase todos, não diretamente de Portugal mas da Paraíba,
da região do Rio do Peixe. Almeida, Soares, Morais, Oliveira, Manso,
Siqueira, Cintra, muitos outros, entre os quais os Velozo, que por serem
da cidade portuguesa de Braga passaram a assinar-se Braga, assim como os
Rodrigues da Cunha, oriundos de Valença, no Minho, que trocaram o
sobrenome para Valença."

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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por Maria Valenca Blair em 30/10/2009, 18:21

Realmente da para escrever um livro. E se possivel conseguirei mas dados. Me interesso particularmente pelos Valenca de Recife porque e dai que vem minha familia. As informacoes sao maravilhosas. Minha prima diz que minha ta-taravo chamvasse Ana Alexandrina de Sa Leitao e que eles vieram de Aracai, Ceara. O misterio existe na separacao dos Valenca entre as diferentes cidades Nordestinas. Especialmente Recife e Sao Bento do Uno. Obrigada pelo seu empenho em ajudar nesta pesquisa.
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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por sousa em 11/11/2009, 21:43

VISITE MUSEU DO GRUPO FOLCLÓRICO DE GANFEI, sábado dia 14 ás 22 horas e poderá saber mais.
Temos S. MARTINHO COM CASTANHAS E VINHO.
Gratos pela visita com amigos.

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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por Maria Valenca Blair em 11/11/2009, 21:55

Obrigada pelo convite. Gostaria de visitar o museu mas nao moro na area. E possivel pesquisar pela Internet?
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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por sousa em 12/11/2009, 00:12

CONTACTOS

GRUPO FOLCLÓRICO DE GANFEI
VALENÇA – ALTO MINHO
Tel.fax.251 822 491

http:// grupofolcloricoganfei.planetaclix.pt
http://groups.google.pt/grupo/grupofganfei


E-mail ---grupofganfei51@gmail.com
E-mail ---GFGanfei@gmail.com
E-mail ---grupofganfei@googlegroups.com
E-mail ---grupofganfei51.valmor@picasaweb.com
E-mail ---GRUPO-FOLCLÓRICO-DE-GANFEI@GOOGLEGROUPS.COM
E-mail ---folkganfei@gmail.com
E-mail ---valmor43@gmail.com

BLOGGER –FOLCLORE DE GANFEI
FORUM --------grupofganfei.fumeiros.com
Fórum Valença -MOREIRA – GRUPO@GANFEI
Fórum Valença --- VALDEMAR MOREIRA

HotFrog --- grupofganfei51@gmail.com
HotFrog MUSEU--museuetnoganfei

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Minha Genealogia

Mensagem por sergiotavares em 7/2/2013, 23:37

Caros, boa noite,
Meu nome é Sérgio Tavares. Sou do Rio de Janeiro e parte da minha família faz parte da sua cidade.
Meu Tio Isidoro Pereira Tavares foi Prefeito no Período: De 26/05/1947 a 16/07/1947;

Meu tio Nonito Pereira Tavares foi vereador no Período: De 07/04/1963 a 06/04/1967;
E meu pai Joaquim Pereira Tavares foi Vereador no Período: De 07/04/1959 a 06/04/1963.

Gostaria de receber mais informações sobre a genealogia da minha familia. Segundo o que meu pai contava, a família dele escreveu parte da história de Valença.
Agradeço toda ajuda.
Cordialmente,
Sérgio Tavares

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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por mlmedeiros em 12/3/2015, 04:49

Continuo procurando informações sobre JOSÉ RODRIGUES DA CUNHA, patriarca da famíilia VALENÇA em São Bento do Una, com ramificações em outras cidades do interior de Pernambuco/Brasil.

José Rodrigues adotou o sobrenome Rodrigues Valença por ter nascido em Valença do Minho.

Descendo de sua filha SILVANA VALENÇA que também se casou com o português JACINTO MUNIZ DE ALMEIDA. São pais de:

- Claudino de Almeida Valença c.c. Cordulina de Holanda Valença.
Pais de:
- Francisco Claudino de Almeida Valença c.c Maria Aurora
(Fonseca de ) Medeiros Valença.Pais de:
- Antônio Medeiros Valença c.c. Leonor de Holanda Valença
(meus avós)
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Re: GENEALOGIA Valenciana

Mensagem por mlmedeiros em 12/3/2015, 04:57

Ainda sobre o meu antepassado JACINTO MUNIZ DE ALMEIDA, encontrei as pessoas abaixo que poderiam ser parentes:



- Antônio Jacinto Moniz, a Pernambuco.
- João Jacinto Moniz, a Pernambuco.

Eles vieram da Ilha Terceira para Pernambuco em 1812, conforme

a Relação dos emigrantes açorianos para os Estados do Brasil, extraída do “Livro de Registros de Passaportes”
da Capitania Geral dos Açores, de Antônio Raimundo Belo.

Caso alguém tenha informações sobre esses Muniz, por favor, me repasse.

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Re: GENEALOGIA Valenciana

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