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19º FESTIVAL DO ALTO MINHO

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19º FESTIVAL DO ALTO MINHO

Mensagem por GFG em 13/6/2009, 21:10

19º FESTIVAL ALTO MINHO 2009

É já no segundo domingo de Junho, dia 14, normalmente e habitual, que se realiza o grandioso festival do Alto Minho. Desta vez e porque se trata do 19º festival, tocou a vez por sorteio, entre os participantes, a responsabilidade do Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães com apoio exclusivo da CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DA BARCA
De recordar que este invento começou no ano de 1991, com a organização de um grupo de cada concelho pertencentes ao distrito teve a iniciativa no concelho de Caminha pelo grupo etnográfico de Vila Praia de Ancora, onde foi feito o 1º festival.
Já é o segundo certame, uma vez que cada um apenas é de dez anos renováveis e continuados e de acordo mútuo.
De salientar que este certame não qualifica grupos federados, mas sim representantes de igual categoria, de cada concelho.
Alguns grupos por mera conveniência abandonam a tarefa que se iniciou, mas com o compromisso de entregar o testemunho a outro do próprio concelho para a sua substituição, e para dar lugar a outros, na representação do seu concelho, e assim continuar a ser uma família do folclore e das tradições das nossas terras.

PROGRAMA
11,00 H. Eucaristia na Igreja Matriz
14,00 H. Desfile dos grupos participantes- largo de S.António- Praça da República
15,30 H. Inicio do Festival,
19,00 H. Arraial popular com todos os grupos.

COMO PARTICIPANTES TEMOS A ORDEM DE ACTUAÇÃO DOS GRUPOS

01º - Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães – PONTE DA BARCA
02º - Rancho Folclórico de Pinheiros - MONÇÃO
03º - Rancho Folclórico de São Paio – ARCOS DE VALDEVEZ
04º - Grupo Folclórico de Ganfei – VALENÇA
05º - Rancho Folclórico de Paderne – MELGAÇO
06º - Grupo de Danças Cantares do Neiva Sandiães – PONTE DO LIMA
07º - Grupo Etnográfico Associação Cultural Recreativa Desportiva – PAREDES DE COURA
08º - Etnográfico de Vila Praia de Âncora -- CAMINHA
09º - Rancho Folclórico e Etnográfico Reboreda – VILA NOVA DE CERVEIRA
10º - Grupo Folclórico de S. Paulo de Barroselas -- VIANA do CASTELO


NO FINAL HAVERÁ UMA DANÇA GERAL PARA TODOS OS PRESENTES.

Terminado o festival, haverá um convívio geral entre os participantes, onde não faltará o bom lanhe com comes e bebes da nossa região minhota, a cargo do grupo organizador.
Assim será terminado mais uma festa de folclore que será lembrada por mais um ano, para que se possa repetir para o próximo no concelho de Viana do Castelo para assim terminar a 2º volta deste certame. Mais vontade deve haver para que outros dez sejam renovados com o mesmo interesse e dinamismo de sempre com gente do folclore das nossas terras.
Daqui deixamos um bem-haja a todas as organizações, bem como ás Câmaras Municipais e a todos quantos ajudam estes inventos.
V. M.

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Re: 19º FESTIVAL DO ALTO MINHO

Mensagem por GFG em 25/6/2009, 00:01

HISTORIAL DOS GRUPO E DOS TRAJES

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Grupo Folclórico de Paço Vedro de Magalhães
PONTE DA BARCA

Historial do Rancho
Paço Vedro de Magalhães é uma freguesia do Concelho de Ponte da Barca, região do Alto Minho, inserida numa região com um riquíssimo património Etnográfico-Folclórico, tem desde 1984, o seu grupo de folclore.
Conhecedores da existência de tradições ancestrais dos seus antepassados, quer no que respeita aos cantares, dos quais se destacam, como o vira e a cana verde, e detentores de ricos trajos, como o ”ex-libris” trajo das cachadinhas, procederam à sua recolha, que foi morosa, já que recorreram apenas à memória dos antigos, quando às letras e “passos de dança”, cuja origem se perde no “modus vivendil” das gentes da Nóbrega, na sua exaltação pelo trabalho, pelo amor e pelas lúdicas actividades dos homens do campo.
Nasce assim o “Grupo Folclórico de Paço Vedro de Magalhães”, que passa a ser convidado para numerosas festas e festivais de folclore.

Historial do Traje
Magalhães era e é uma terra onde o trabalho na agricultura sempre acompanhou a vida das gentes do campo. Tem por isso como representante o conhecido Traje das Cachadinhas, um traje de lavradeira utilizado nos mais diversos trabalhos agrícolas.
O traje feminino é composto pela saia de chita com pequenas flores, avental preto, camisa de linho bordada, colete de cores vivas, um franjeiro colocado na cinta, uma algibeira bordada (colocada para o lado direito se for solteira e para o lado esquerdo se for casada).
O traje masculino é composto por calças pretas, camisa de linho bordada, colete preto, uma faixa colocada a cinta (caída para o lado direito), meia branca, sapato preto (muito bem engraxado) e um chapéu preto.


Grupo Folclórico de Pinheiros
MONÇÃO

Historial do Grupo
Este Grupo Folclórico foi fundado a 9 de Agosto de 1986, representando a freguesia de Pinheiros numa das festas típicas da região (a festa do linho na freguesia de Moreira). Inicialmente envergava o típico traje Vianense que depois mais tarde foi substituído pelo traje característico da terra que o viu nascer, sendo o traje actual utilizado por este grupo. Este, embora mais sóbrio e de cores mais tristes é fruto de uma recolha oral e também fotográfica dos trajes dos antepassados, representando assim, na maioria, a actividade a que se dedicava o seu povo: a fauna agrícola.
Dos trajes fazem parte também o traje domingueiro, o traje de feira e o belíssimo traje de noivos que data do ano de 1898.

Historial do Traje
Este é um Traje de Feira feminino. Como o próprio nome indica, era utilizado pelas mulheres da época para a ida, normalmente uma vez por semana, à feira. Representa o ano de 1910. Foi recolhido através da conversa com pessoas da freguesia de Pinheiros, quer seja pela sua descrição por parte de pessoas que o usaram, e outras que apenas o descreveram.
Este traje é composto pela saia comprida de cor esbranquiçada, avental comprido com laços largos apertados atrás, lenço estampado de cor escura, meias de renda branca e chinelas pretas.


Rancho Folclórico de S.Paio
ARCOS DE VALDEVEZ

Historial do Rancho
Inserido em plena região do Alto Minho, o concelho de Arcos de Valdevez é dos mais característicos de todo o país.
O Rancho Folclórico de S.Paio é o representante das danças, cantares, usos e costumes desta linda terra.
Fundado em 1974, o Rancho Folclórico de S.Paio, foi constituído por um grupo de pessoas com muito amor pelo folclore. Com mais de meio século de existência, continua a desenvolver esforços no sentido de preservar a etnografia e o folclore das terras de Valdevez, tendo efectuado recolhas em quase todo o concelho, o seu reportório é constituído por danças de diversas freguesias do concelho de Arcos de Valdevez.Defensores da etnografia e folclore nacional o Rancho Folclórico de S.Paio consagrou-se por duas vezes Campeão Nacional de Folclore.
Em 2001 no dia do concelho a Câmara Municipal conhecedora e ciente do seu trabalho em prole do concelho, decidiu condecorar este Rancho com medalha de Mérito Cultural.
Em 2004 foi condecorado pela Casa do Concelho dos Arcos em Lisboa com o prémio Mário de Barros Pinto.

Historial do Traje
Este par veste um Traje Domingueiro, era utilizado em dias de festas e romarias. O traje feminino é composto pela saia preta, avental e colete preto, lenço dos namorados, camisa de linho branca, lenço na cabeça branco, meia branca, chinela preta. O traje masculino é composto pela calça e o colete preto, camisa de linho branca, barrete preto, faixa preta à cinta e sapatos pretos.


Grupo Folclórico de Ganfei
VALENÇA

Historial do Grupo
Ganfei é uma freguesia do concelho de Valença, região do Alto Minho.
O Grupo Folclórico de Ganfei, foi fundado em 1951. O seu reportório é composto por 20 danças e 20 coros. Os trajes são originais de Ganfei, denominados trajes encosta da serra. Conta com inúmeras actuações em Portugal, Espanha e França.
É filiado no INATEL, IPJ, RENAJ, FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS, COM MEDALHA DOURADA, DIPLOMA DE UTILIDADE PÚBLICA E MEDALHA DE PRATA DE MERITO MUNICIPAL.


Historial do Traje
Este traje representa a década de 1800, era utilizado em festas de noivado, cerimónias, romarias, festas e luto.
O traje feminino é composto pela jaqueta preta decorada, lenço de traçar ao peito, blusa branca bordada, saia e avental pretos decorados, saias brancas interiores, véu de tule, algibeira e lenço de namorado, meias brancas bordadas com chinela preta, ouro ao peito com cordões, crucifixos, corações e brincos à rainha.
O traje masculino é composto pelo casaco preto, chapéu preto, colete preto com costas de cor, camisa branca de linho bordada, facha preta à cinta, calças pretas, sapatos pretos com meia branca e relógio de bolso com corrente de ouro.


Rancho Folclórico de Paderne
MELGAÇO

Historial do Rancho
Este Grupo nasceu em 1984, da força e dinamismo de um grupo de padernenses empenhados em preservar e dinamizar um conjunto de valores culturais e artísticos que proliferam nesta região do alto Minho.
Esteve em actividade até 1992, altura em que cessa funções voltando apenas em finais de 1994, quando uma nova equipa une esforços e consegue reconstituir o rancho folclórico, “repescando” alguns dos elementos do grupo anterior, e atraindo elementos novos das várias freguesias do concelho, que hoje se encontram representadas, e passando então a incluir o nome de Melgaço na sua designação.
A partir daqui, este rancho mantém-se em actividade contínua até aos dias de hoje, sendo um dos mais importantes promotores do concelho, levando sempre consigo as músicas, as danças e os trajes tradicionais do povo, bem como as tradições da sua terra, não só para os quatro cantos do país mas também além fronteiras.

Historial do Traje
Tratando-se do trajar mais emblemático representado por este grupo o trajo da Castreja é o trajo típico de uma comunidade de características muito próprias – Castro Laboreiro – onde ainda hoje se usa no dia-a-dia.
É frequente ver na vila de Melgaço, nos dias de Feira, as castrejas envergando a sua indumentária muito sóbria, onde o preto é a cor predominante e pela sua cabeça a famosa capa de burel.
Deste trajo, destaca-se a capa de Burel, também chamada de capucho ou mantela e com a qual, tapavam a cabeça e cobriam as costas.
A saia, também de tecido grosseiro, de cor preta e que, por ser agressivo para o corpo, requeria um ou mais saiotes, um dos quais rente à saia, em flanela vermelha.
Nas pernas para melhor agasalho do frio, meias de lã e uma outra particularidade deste trajo são as polainas ou “albarcas”, também em lã e que eram ajustadas à perna por cordões. Nos pés chancas ou socos em couro preto.


Última edição por Boss em 25/6/2009, 19:21, editado 1 vez(es) (Razão : Formatação)

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Re: 19º FESTIVAL DO ALTO MINHO

Mensagem por GFG em 25/6/2009, 13:00

CONTINUIDADE DOS HISTORIAIS



Grupo de Danças e Cantares do Neiva
Sandiães- PONTE DE LIMA

Historial do Grupo
Sandiães,é uma pequena e rústica aldeia Minhota, foi ao longo dos tempos escola espontânea de trabalho e de lazer.
É dentro desta ruralidade, que, no ano de 1975 um grupo de jovens com o sentido de preservar os usos, costumes, as tradições e crenças da sua terra e sua região, formam um grupo folclórico, nascendo assim o Grupo de Danças e Cantares do Neiva.
Desde então vem representando as tradições etno-folclóricas da região onde está inserido, vale do Neiva (limite sul do concelho de Ponte de Lima, entre o Alto e o Baixo Minho).
O grupo de Danças e Cantares do Neiva, ao longo destes anos tem participado em diversos encontros e festivais de folclore, no país e estrangeiro, organizando inúmeros festivais, nacionais e internacionais, bem como exposições Várias, representações de trabalhos agrícolas, e variadíssimos eventos e espectáculos culturais, no âmbito de salvaguardar e divulgar tradições.


Historial do traje
O Traje à Lavrador, era utilizado no dia-a-dia nos trabalhos do campo.
O traje feminino é composto pela saia, avental e colete castanho, camisa de linho branca, meia branca, chinela preta e chapéu de palha.
O traje masculino é composto pela calça castanha, camisa de linho branca, faixa preta à cinta, tamancos e chapéu de palha. Estas cores escuras nos trajes de trabalho eram propositadas, pois como eram fatos para usar no campo, nos trabalhos da terra, assim não demonstravam tão facilmente a sujidade de um dia de trabalho agrícola.


Grupo Etnográfico da Asso. Cultural Recreativa Desportiva
PAREDES DE COURA

Historial do Rancho
Foi em 1983, por altura das festas concelhias locais, que o grupo etnográfico se deu a conhecer. Inspirado no extinto grupo folclórico Miguel Dantas, o grupo etnográfico procurou uma recolha fiel de danças, de canções e de trajes do concelho de Paredes de Coura, e esse trabalho é contínuo.
O grupo tem participado em inúmeros festivais, mas o festival no qual o grupo tem participado desde a sua primeira edição, é o festival Folclórico do Alto-Minho, e este grupo etnográfico foi responsável pelo segundo festival.
Como exemplos do seu repertório temos: chula de Paredes de Coura, malhão de Paredes de Coura, chula dos montes, e em especial o fandango de Paredes de Coura.
O Etnográfico conta com diversas actuações na região, por todo o país e até no estrangeiro. Como se pode ver o grupo é um digno embaixador da cultura Courense, da cultura minhota, e da cultura portuguesa.

Historial do Traje
Coura é denominada “ O Celeiro do Alto Minho”. Foi e é uma terra essencialmente agrícola. Falamos das festas das colheitas, das desfolhadas, das lavradas.
O traje feminino era composto pela saia, blusa, avental de chita ou riscado, socos de pau com ou sem meias de lã em branco ou por vezes tingidas.
O traje masculino era composto pela calça de estopa ou cotim e camisa também de linho grosseiro, botas ou socos de pau.
Para ambos, era imprescindível o chapéu de palha ou então lenço de merino para a mulher e uma boina para o homem. Eram sempre acompanhados pelos utensílios de trabalho, conforme a tarefa: o malho, o engaço ou forquilha, criva, foucinha e cesta de sementeira.


Rancho Etnográfico de Vila Praia de Âncora
CAMINHA

Historial do Rancho
Já em 1947 existiu em Vila Praia de Âncora um grupo com o nome de Rancho Folclórico de Vila Praia de Âncora. Mais tarde, e depois de diversas tentativas sem continuidade, surge, em 1971, o Grupo de Danças Regionais de Orfeão de Vila Praia de Âncora, que a exemplo desses grupos de quem se considera “herdeiro”, procura ser uma “mostra Etnográfica” das tradições das gentes das Terras do Vale do Âncora.
No colorido e variedade dos seus trajes de Cotio, Domingueiros ou de Festas e nas voltas do Vira, da Gota, da Tirana, e da Rosinha, o Etnográfico de Vila Praia de Âncora apresenta o Alto Minho Litoral com nítida influência do Folclore da Serra d´Arga.
É reconhecida como instituição de Utilidade Pública desde 1989 e detém entre vários prémios e condecorações, a Medalha de Mérito Cultural e a Medalha de Mérito Cultural Dourada da Câmara Municipal de Caminha.

Historial do traje
Este traje é conhecido como Traje à Lavradeira, é o vestuário feminino de festa de “grande gala”, apenas usados em dias assinalados e em ocasiões muito especiais. Nada Melhor do que as grandes feiras e romarias ou as pequenas festas da aldeia para se admirar como a variedade do trajar feminino sobressai entre o veludo das roupas masculinas. Este traje é composto pela saia vermelha com barra preta de veludo bordada em branco, avental florido, colete vermelho e preto, camisa branca bordada em azul, franjeiro traçado ao peito, lenço na cabeça, meia branca e chinela preta. Todos estes trajes são coloridos e transmitem a alegria do folclore minhoto.


Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda
VILA NOVA DE CERVEIRA

Historial do Rancho
Reboreda faz parte do concelho de Vila Nova de Cerveira, distrito de Viana do Castelo. É nesta região do Alto Minho que foi fundado, em 1975, o Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda. O mote para o seu nascimento deve-se a uma das muitas brincadeiras de Carnaval que na altura ocorriam no lugar da Gávea. Assim sendo, e partindo da iniciativa de um grupo de amigos, fundou-se o rancho folclórico com objectivo fundamental de recriar alguns usos e costumes em desuso, e levar a alegria e riqueza das suas actuações às diversas regiões por onde vão passando.
Deste modo, o rancho tem-se exibido em terras desde o Minho ao Algarve e, no estrangeiro, em Espanha e França. Além disso, tem participado em vários festivais internacionais, festas e romarias, e é digno representante do concelho no Festival do Alto Minho, tendo sido, o organizador do 3º e 13º festival.

Historial do Traje
Este é um traje de Trabalho azul (Rico). O traje feminino é composto pela blusa azul clara, colete bordado, saia de linho, saia branca, algibeira e lenço branco, lenço azul às flores, meiotes e socos. Este fato era utilizado em dias de feira e festas, e para levarem as merendas aos trabalhadores quando andavam a sachar o milho e em cegadas do centeio e do trigo. Este fato só era usado pelas lavradeiras mais abastadas pois o preço deste traje era elevado.
O traje masculino era composto pela calça preta, camisa bordada vermelha, faixa vermelha, chapéu, meia branca e sapato preto.


Grupo Folclórico de S.Paulo de Barroselas
VIANA DO CASTELO

Historial do Grupo
Este grupo foi fundado em 1970, na hoje Vila de Barroselas – Viana do Castelo. Apesar de ser parte integrante do Alto Minho, Barroselas possui valioso património etnográfico, com características muito específicas que a distinguem de todo o Concelho. Situada em pleno coração do Vale do Neiva, no centro do triângulo geográfico – Viana do Castelo, Ponte de Lima, Barcelos – sofre por conseguinte, as influências das terras da Ribeira Lima e terras do Cávado.
O tom escuro do trajar das suas gentes, contrastando com os vermelhos da Ribeira do Lima, é o reflexo do aspecto sombrio que o próprio Vale do Neiva apresenta visto do alto dos Montes da Padela (a norte) e do Arefe (a sul). Contudo a garra das suas gentes, danças e cantares são bem o cartaz vivo do Alto Minho. Apresentam então Trajes de Festa, de Domingar e de Trabalho.
Por fim é de referir as suas diversas parcerias na organização de eventos folclóricos em Viana do Castelo: Festa do traje (integrada nas Festas Sra. da Agonia); Festival Cidade de Viana do Castelo (nacional); Festival Internacional do Alto Minho e Festival do Alto Minho (representante dos Grupos Vianenses).

Historial do Traje
Este traje de trabalho feminino(remonta a meados do Séc. XIX) é composto pela camisa de linho lisa, colete preto quadrejado em tecido com atacadores, saia de lã com riscas e barra de tecido liso,avental de lã com barra de cotim, lenços de peito e cabeça estampados, peúgas de lã e socos.
Usado pela mulher do Vale do Neiva , revela-nos a profunda sintonia com o meio físico e o verdadeiro compromisso com o trabalho quotidiano das mulheres desta terra. As peças de uma singeleza invulgar e as cores sóbrias ajustam-se perfeitamente ao trabalho que desempenhavam: no campo ou no monte, cultivando e colhendo ou simplesmente guardando o gado.
O traje masculino de domingar
é composto pela calça imitação de fioco, camisa de linho com peitilho de risca, colete preto com costas quadrejadas, meias pretas, chapéu pretos e sapatos pretos.
Tendo em conta os materiais que o constituem, revela já a transformação verificada ao longo do Século XIX que se caracteriza pelo uso de fazendas (lisas ou aos quadrados), resultado das muitas andanças destes homens pelas feiras onde negociavam o gado.

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PARA 2010 ------- 20º. FESTIVAL EM VIANA DO CASTELO

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